Investigadores da Catalunha, Centro de Inovação Tecnológica da Universidade Politécnica da Catalunha, Barcelona, desenvolveram um tecido com ação antibacteriana que evita o mau cheiro e problemas de pele. Traduzindo: o chulé tem os dias contados.
As meias, a produzir com o novo tecido deverão entrar no circuito comercial em breve, serão feitas de fibras de celulose, um material bastante utilizado pela medicina, e por uma solução de zinco e outros componentes com acção anti-bacteriana.
Os testes realizados comprovaram que o tecido das meias revolucionárias protege a pele de fungos e do suor excessivo.
O tecido poderá também ser utilizado na produção de outras peças de vestuário, já que garantem mais conforto e higiene. “Cheirar a cavalo” parece estar também na ordem dos problemas a ser resolvidos quando a água e o sabão escasseiam na pele.
Os cientistas da pesquisa chegaram afirmam que “o zinco aplicado na fibra elimina 99,8% da presença dos microorganismos “Staphylococus Aerus” e 97,8% do “Klebsiela “Pneumoide”, bactérias resistentes que causam o mau cheiro.”
O novo tecido foi desenvolvido através de uma parceira entre a universidade catalã e a empresa Sutran y Mas, especialista em roupas e tecidos anti suor.


